Há cinco anos em Criciúma o posto do Centro de Valorização da Vida (CVV) está com inscrições abertas para interessados em fazer parte da equipe de voluntários. O Programa de Seleção de Voluntários (PSV) é constituído por um curso de 36 horas, dividido em quatro módulos, a ser realizado nos dias 04, 11, 18 e 25 de julho, a partir das 8h30min, no auditório São José, Centro. O curso permitirá aos novos voluntários entender a filosofia do CVV para ajudar na realização dos mais de 300 atendimentos que a instituição contabiliza por mês em Criciúma.
Para ser voluntário do CVV é preciso possuir 18 anos e ter disponibilidade de tempo de quatro horas e meia por semana para os plantões, além de ter sensibilidade e responsabilidade para aceitar e compreender o próximo. Os interessados podem entrar em contato pelo telefone 3439-0222 ou por email criciuma@cvv.org.br.
Trabalho – O CVV é um programa de apoio emocional e combate ao suicídio. O Posto CVV de Criciúma está disponível, por telefone, 24 horas todos os dias, inclusive domingos e feriados, para prestar apoio emocional às pessoas que se sintam emocionalmente abaladas e necessitem alguém para conversar e desabafar. Também atende pessoalmente durante o dia, das 8 às 18 horas, na Rua João Pessoa 151, Edifício Irene Costa - sala 201 (em frente ao prédio da Receita Federal). O telefone é (48) 3439-0222 ou 141. O CVV tem a filosofia de preservar a identidade dos voluntários, por isso a utilização apenas do primeiro nome. Todos os atendimentos também são realizados com o mais alto sigilo.
Fonte
Assessoria de Imprensa (Tatiani Longo)
sábado, 20 de junho de 2009
Saúde: CVV Criciúma precisa de voluntários
Meio Ambiente: Sala Verde promove mostra de curtas ambientais
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Zeca Virtuoso)
Diploma: Use a imagem em seu Blog!

Por,
Maíra Rabassa
Jornalista Diplomada
Registro SC 1886
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Mídia: Sou jornalista e não desisto nunca!

Muitas pessoas perguntaram-me hoje qual era minha opinião quanto à decisão imoral do Supremo Tribunal Federal quanto à legitimidade do diploma de jornalista. O que irei escrever aqui, meus amigos internautas, colegas de categoria, que me acompanham há 11 anos nesta carreira é um desabafo de quem já passou por muitas coisas para estar “viva”, isso mesmo, VIVA até hoje e ainda acreditando que é capaz de mudar opiniões e mostrar a verdade, doa a quem doer.
Confesso, que na noite desta quarta-feira (17), enquanto eu acompanhava os andamentos do processo no STF, onde oito nobres ministros julgaram a minha vida daqui para frente, sem ao menos perguntarem a minha opinião quanto a isso, senti uma certa gastura, um nó na garganta e uma imensa fraqueza na alma. Para que eu sirvo? Para onde vou? Por que denunciei e fiz minha parte como jornalista?
Neste tempo fui em vários veículos de comunicação, lutando para que nossa categoria fosse respeitada, sofrendo ameaças de donos de veículos – sim, recebi ligações, e-mails, e fui podada de trabalhar novamente em meios por onde passei e denunciei abusos contra meus colegas, quando fui diretora Executiva do Sindicato dos Jornalistas de Santa Catarina, na gestão 2006/2007.
Dei minha cara a tapa por colegas que não recebiam o piso da categoria. Fui no Ministério do Trabalho (sozinha) levar denúncias de assessorias de imprensa sendo ocupadas por marionetes políticas. Briguei com donos de jornais e os denunciei por não cumprirem a carga horária estabelecida em convenção coletiva da categoria. Fui chamada de maluca por alguns, e de “peituda”(corajosa) por outros.
Mas, no fundo, quem eu sou? Há mais de 60 anos, meu avô, Sérgio Félix Rabassa, que não era jornalista formado, pois não havia faculdades de comunicação naquela época, brigou com muitos donos de jornais, e assim como eu, sofreu retaliações por querer salários justos e qualificação dos profissionais que os veículos contratavam. E em conjunto com outros profissionais, foi fundador do Sindicato dos Radialistas do Rio Grande do Sul. Na esperança que os futuros comunicadores tivessem garantias trabalhistas e dignidade para exercerem sua profissão sem medo de levar um tiro na cabeça.
Sim, meu avô era da época que jornalista andava com arma na cintura com medo de levar um tiro pelas costas de algum fazendeiro rico, ou de algum político corrupto que não aceitasse as denuncias por eles feitas. E vejo que uma realidade vivida há 60 anos pouco mudou nos dias de hoje. Ainda somos reféns de grupos obscuros que querem enfraquecer a opinião pública para poderem transformar os veículos de comunicação em uma verdadeira fábrica de fazer pão de queijo, ou então, de sopa de galinha. Haja vista que cozinheiro precisa de diploma!
Vergonha? Talvez, mas o que sinto é um vazio imenso por anos lutando por algo que acreditava ser o meio por onde eu pudesse alertar as pessoas menos esclarecidas, ou outras que não tivessem a chance de estar lado a lado com a notícia, e levar a eles os bastidores da informação e o quanto é complicado ser um bom jornalista em nosso País.
Lembro de denúncias graves que um dia fiz quando repórter do Jornal Tribuna do Dia, ou do Jornal da Manhã – Criciúma (SC) – onde a minha única garantia de verdade era uma fonte (pessoa) que passava os dados, sem se identificar já que tinha medo de sofrer retaliações, mas que confiava na minha ética em afirmar que: “Não se preocupe, nem diante de um juiz, um jornalista revela suas fontes. Isso está na Lei”.
Que Lei? Como vamos garantir que nossas fontes continuem abastecendo nossos celulares, E-mails, caixas de correios com informações que abrem a caixa de pandora de vários setores da sociedade se eles não terão mais a nossa garantia de que não iremos expor eles quando um juiz nos cobrar de onde buscamos a informação?
Países como Irã, Coréia do Norte, Cuba, entre outros, considerados comunistas, repressores, ou ditatoriais, possuem suas faculdades de jornalismo, e seus profissionais de comunicação são diplomados, justamente para garantir que o que falam, de seus governos, seja feita de forma correta. Diante disso, gostaria de saber a opinião de deputados, senadores, ministros e do presidente da República, que tanto precisaram de nós jornalistas para estar onde estão hoje quanto a este fato.
O Brasil hoje vive o maior retrocesso da história da humanidade quando o assunto é liberdade de imprensa, de expressão e qualificação profissional. Estamos soltos a uma anarquia imposta por oito ministros do STF que já mostraram possuir suas condutas duvidosas, como, por exemplo, soltar bandidos de colarinho branco, como Daniel Dantas.
Meus finais de semana nas redações, horas sem dormir, insônia, ligações anônimas para meus telefones, um ataque na rua a mando de “alguém”, e uma Síndrome do Pânico foram certamente em vão, pois nada mais sou do que alguém sem profissão!
Por,
Maíra Rabassa
Jornalista SC 1886
Ex-Diretora Executiva do Sindicato dos Jornalistas SC
Abaixo alguns opiniões de pessoas de vários setores da sociedade quanto a queda do diploma do jornalista e suas possíveis consequências no futuro.
Obrigatoriedade de um diploma!
“Esse lance de não exigir diploma é complicado. Eu até concordo que têm muitos profissionais que trabalham bem sem ter diploma, mas é sacanagem com que rala quatro anos numa faculdade. Eu sinto isso na pele, sou formado em turismo e minha profissão nem é regulamentada, portanto, qualquer um pode exercê-la livremente. Ainda bem que estou trabalhando na área, mas vejo colegas meus que estão migrando para outros setores pela falta de espaço no mercado. Acho que a não exigência de um diploma pode causar na redução do interesse pela busca de um curso superior, não apenas de Jornalismo ou Turismo, mas em qualquer área. É claro que sem vocação, talvez mesmo com o curso superior a pessoa não consiga ser bem sucedida, entretanto, penso que uma graduação não é apenas um conhecimento técnico, especifico, é mais do que isso é uma abertura da mente para muitas coisas importantes para a construção do nosso Ser.”
Cristiano Silva, profissional de Turismo (Uberaba-MG)
Repúdio a decisão
“Olha Maíra, repudiei essa decisão do supremo... Meus pêsames a você, e a todos que como você se mataram de estudar pra ter um diploma de jornalista”.
Jetra Scatena Benute, músico (São Paulo-SP)
Crime!
“Gostaram da aberração jurídica de um Supremo Tribunal completamente dissociado com o dia a dia de uma Nação? Se esses senhores se declaram incompetentes para julgar a devolução de um menininho americano de volta ao pai, com que direito divino se arvoram a aniquilar com a profissão de Jornalista? Nem na Ditadura Militar se viu uma ilegalidade tão criminosa como esta, e por maioria (8 a 1)! Agora se compreende as absolvições criminosas que temos presenciado ultimamente em sentenças expedidas por tão ‘egrégio’ tribunal, como a soltura de Daniel Dantas, entre outros patifes. Um crime que lesa a Pátria, e não apenas uma categoria. A história irá nos cobrar esse momento negro. Sinto-me envergonhado em ser brasileiro nestas horas! Estes patifes mancham a história do Brasil!”
Jorge Félix Rabassa, presidente do Grupo de Escoteiros de Içara (Içara-SC) – Meu pai.
Diploma JNL = Papel Higiênico
“Companheiros (as): Roupa preta ou uma faixa de luto no braço amanhã. Proteste!”
Emerson Teixeira, jornalista diplomado (Criciúma-SC)
Consciência limpa
“Eu teria vergonha de não ter feito Faculdade de Jornalismo e me dizer jornalista. O diploma vale muito, pelo menos valorizo muito o meu. Não garante meu emprego, mas me garante com a consciência limpa.”
Altair Maganin, jornalista diplomado (Criciúma-SC)
Absurdo!
“É um absurdo o que acabaram de aprovar, foi um atentado contra nós futuros jornalistas, e contra os jornalistas que já são formados... Simplesmente perdemos o direito ao DIPLOMA... Um ato de inconsciência, consentido por 8 dos 9 ministros do STF nesta quarta-feira... Retrocesso total. Não dá pra acreditar.”
Liana Fernandes, acadêmica 4ª fase – Jornalismo – SATC (Criciúma-SC)
Exigência do Diploma
"É preciso esclarecer que o que acabou foi a exigência do diploma, mas não a validade. Isso quer dizer que jornalistas formados sempre terão mais destaque no mercado. Portanto, não podemos desanimar. Bola pra frente!”
Khaled Salama, jornalista diplomado (Araranguá-SC)
Direitos
“Ninguém pode tirar o conhecimento de um jornalista, mas é importante ressaltar a importância de não perder novos direitos”.
Alexandre Aquino, produtor de vídeos (Nova Veneza, Caravaggio – SC)
Liberdade de expressão?
“Caiu a regulamentação do diploma para os jornalistas... De acordo com a juíza, “feria a liberdade de expressão, pois todos têm direito à ela”. Bom, eu sempre tive habilidade para descobrir quando estão tentando me enganar, tenho boa oratória e sei defender-me muito bem. Acho que vou ser advogada nas horas vagas! Afirmação ridícula essa minha né? Pior ainda foi a decisão da juíza. Do que adianta jovens como eu, trabalhando, frequentando uma faculdade, surtando com os trabalhos, professores, para quê? Se nem temos um diploma, uma garantia de que nossos direitos serão respeitados. A profissão de jornalista sempre foi prostituída, confundida com a de atores, exposta a um falso glamour, ideologias que não condizem com as tarefas cotidianas.”
Bruna Borsatto Soratto, acadêmica 3ª fase – Jornalismo SATC (Criciúma-SC)
Vamos trabalhar!
“É incontestável o quanto o diploma enriquece o profissional e toda a categoria. Vamos trabalhar. Assim mostramos quem são melhores jornalistas”.
Fabíola Goulart, jornalista diplomada (Criciúma-SC)
Alguém corrija a Wikipedia!
“A decisão dos ‘nossos amigos’ do STF causou furor entre os diplomados e graduandos em comunicação por todo o país. E não é para menos. Muitos de nós passamos (correção: perderam) alguns anos sentados em uma cadeira universitária para entender os meandros da profissão, estudar conceitos, conhecer as técnicas antes de sair por aí com um gravador ou um bloco em mãos. Pois bem, mas não foi tudo jogado fora. Fizemos amigos, criamos alianças, conhecemos o parceiro para o resto de nossas vidas. E também aprendemos Jornalismo. Sem necessidade, segundo o STF, mas aprendemos. E esta mesma decisão causou ainda um grande problema na Wikipedia, a maior enciclopédia virtual do planeta. Acompanhe o texto sobre a palavra JORNALISMO: Jornalismo é a atividade profissional que consiste em lidar com notícias, dados factuais e divulgação de informações. Também se define o Jornalismo como a prática de coletar, redigir, editar e publicar informações sobre eventos atuais. Jornalismo é uma atividade de Comunicação. Ao profissional desta área dá-se o nome de jornalista. O jornalista pode atuar em várias áreas ou veículos de imprensa, como jornais, revistas, televisão, rádio, websites, weblogs, assessorias de imprensa, entre muitos outros. Tal como a atividade de cozinheiro, palhaço ou costureira, o jornalismo é uma profissão séria no Brasil. Identificou o erro?”
Thiago Antunes, jornalista/fotojornalista diplomado (Tubarão-SC)
Na contramão dos avanços
“Os ministros vão na contramão dos avanços conquistados nos últimos anos, onde incluia-se a exigência de uma qualificação para exercer profissão regulamentada de Jornalista. Uma pena! Concluí o curso de Jornalismo na Unisul de Tubarão no final de 2008 e não me arrependo por ter feito a graduação. Escrever qualquer um escreve. Que diga os nossos Blogs do dia a dia e Twitters da vida. Porém, ter a responsabilidade sobre aquilo que é dito e a consciência do que é publicado, a partir do momento em que se trabalha num veículo de comunicação que abrange a grande população, o banco acadêmico para o Jornalismo é fundamental.”
Felipe Casagrande, jornalista diplomado (Criciúma-SC)
Amo minha profissão!
“Essa é a minha profissão, que amo desde os meus 14 anos. Deixei o valor de um apartamento para os donos da universidade. Trabalhei em dois empregos ao mesmo tempo pra poder pagá-la. Sacrifiquei horas de sono pelo TCC e chorei na minha formatura e quando peguei meu diploma e meu registro profissional. Briguei pelos meus direitos, sofri vendo amigos discriminados, mesmo eles tendo diploma. E tudo isso pra saber agora, que todo meu sacrifício nesses oito anos de profissão foi derrubado por um bando de gente que só tem o interesse em baratear os custos de suas redações já que infelizmente a politicagem é dona da maior parte dos órgãos de comunicação dentro dos seus estados. Dessa vez choro de tristeza, de agonia e de raiva, por não saber o que fazer do meu amanhã. Esse infelizmente é o meu ridículo País. A ARTE DE SER JORNALISTA é para poucos. Eu tenho certeza disso. Ação Coletiva contra o governo Já... Já que pra eles a faculdade não forma o jornalista, e sim cozinheiros, quero o meu dinheiro de volta.”
Michelle Veiga, jornalista diplomada (natural de Santos-SP, mas radicada em Criciúma-SC)
E quem poderá sonhar a partir de agora?
"Quando eu era criança eu tinha um sonho. O sonho de ser uma jornalista. E para isso, era necessário estudar, fazer uma faculdade, conquistar um diploma. Para realizar este sonho, foram muitos obstáculos vencidos. Horas numa BR-101 não duplicada, correndo risco de morte e ainda pagando caro por isso. O meu esforço em realizar este sonho não tem preço e o orgulho de ter o diploma não valeria de nada se não tivesse aprendido, nos bancos da faculdade, a ética e responsabilidade necessárias para levar a informação com credibilidade ao leitor que estará ávido pela informação. O talento de saber escrever é o mínimo. Nem todo mundo que escreve uma redação para vestibular e tira 10, ou quem escreve artigos, um livro, ou sabe falar bem e tem desenvoltura em frente às câmeras ou aos microfones será um bom jornalista. Jornalismo é apurar, juntar fatos, versões, correr atrás dos acontecimentos. Como categoria, perdemos nossa dignidade. Como pessoa, vi transformado em pó tudo aquilo que almejei. Espero que os olhos da sociedade se abram e que esse momento, apesar de lamentável, um verdadeiro retrocesso, seja um primeiro passo para alguma mudança positiva."
Patrícia Nonnenmacher – Jornalista diplomada (Criciúma - SC)
Matéria atualizada às 18h19min (18-06-2009)
Mande sua opinião para os emails: maira@mairarabassa.com.br, mairarabassa@gmail.com, mairarabassa@hotmail.com ou então deixe seu comentário em nossa caixa de comentários aqui neste post. A LIBERDADE DE IMPRENSA AGRADECE SUA OPINIÃO!
Mídia: Jornalistas de luto contra a decisão do STF

A coordenadora do curso de Jornalismo a Faculdade SATC, de Criciúma, Lize Búrigo, considera a dcisão um retrocesso democrático. "Mas é importante lembrar que o conhecimento ninguém tira e é isso que fará o diferencial entre o jornalista graduado e aquele que acha que sabe fazer", analisa ela.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas de SC, Rubens Lunge, reforça que o recurso elimina somente um dos itens do Artigo 4, do Decreto 83284/79, que é o diploma. "Mas é bom salientar que para ser jornalista continua sendo obrigatório o Registro Profissional. Nenhum profissional da imprensa pode se considerar jornalista sem o registro profissional para tal. Nós perdemos a obrigatoriedade da formação universitária. Agora precisamos nos fortalecer ainda mais para não perder outros direitos históricos", comenta Lunge.
O Portal Içara News e o Blog ilustra a matéria com a capa do Jornal da Manhã de hoje, no mínimo memorável. O luto expressa realmente o sentimento de derrota que os profissionais da categoria vivem hoje.
Por,
Paula Leitão
Jornalista e Colaboradora do Blog
Fonte: Içara News
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Mídia: Conheça os 8 Ministros que votaram contra o diploma de jornalista no STF

O Ministro Marco Aurélio Mello foi o único a votar a favor do diploma. "O jornalista deve ter uma formação básica, que viabilize a atividade profissional que repercute na vida dos cidadãos", disse Mello. Já para o Ministro Cezar Peluso lembra que a história mostra que a profissão pode ser sim bem exercida sem diploma. "A história mostra que o jornalismo pode ser bem exercido sem a exigência de um diploma”, avaliou Peluso.
Amanhã neste blog traremos opiniões de jornalistas diplomados e um artigo completo sobre este absurdo que estamos vendo contra a cidadania, a graduação de terceiro grau e acima de tudo, contra a comunicação de boa qualidade.
Mídia: STF julga neste momento obrigatoriedade do diploma de Jornalismo
O julgamento se divide entre as posições do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF) e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) com o apoio da Advocacia Geral da União. “A exigência do diploma é um "obstáculo à livre manifestação de pensamento, garantida pela Constituição", afirmou o procurador geral da República, Antonio Fernando de Souza, que defendeu o MPF.
A advogada Taís Borja Gasparian, representando o Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo, disse que a necessidade do diploma não se aplica ao jornalismo, porque a profissão é “desprovida de conhecimento técnico específico”. Contra esses argumentos, a Fenaj e a Advocacia Geral da União se manifestaram. “O jornalismo é chamado de quarto poder. Se não é necessário conhecimento para esse poder, para que será necessário?”, questionou o advogado João Roberto Egydio Piza Fontes, representante da Fenaj.
Grace Maria Fernandes Mendonça, da Advocacia Geral da União, defendeu que assim como é necessário o diploma para o exercício da medicina, também é preciso a graduação para o jornalismo. “Se qualquer um de nós aqui pretender exercer a medicina, precisará cursar uma faculdade. Por que não o jornalismo?”, indagou.
Para saber da votação em tempo real, acesse aqui: http://twitter.com/comuniquese
Fonte:
Comunique-se
Saúde: Pesquisa detecta alta prevalência de doenças cardiovasculares entre idosos do Metropol
A pesquisa, que subsidiou o trabalho de conclusão de curso de Liliane, foi orientada pela professora Ana Lúcia Carmargo Fagundes. A pesquisadora verificou que a maioria é portadora de síndrome metabólica, com um maior número de mulheres (73%), de indivíduos da raça branca, de hipertensos e de diabéticos. “Pôde-se concluir que a partir de um fator de risco que o indivíduo possua, já predispõe para que acumule outros fatores, mostrando dessa forma como os componentes interligam-se entre si”, destacou.
Conforme Liliane, os dados levantados são úteis para, além de se conhecer grupos de risco, se delinear melhores formas de abordagem, tanto naqueles que já possuem fatores de risco como naqueles que ainda não possuem. “Devido à falta de consenso sobre o diagnóstico da síndrome, são necessários cada vez mais estudos sobre perfil epidemiológico, pois só assim serão encontrados grupos de risco que realmente necessitam maior atenção primária para diminuir a morbimortalidade e os gastos com internações”, destacou.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Zeca Virtuoso)
Esporte: Criciúma faz promoção para jogo contra Marcílio Dias
Cada torcedor vem acompanho de mais dois tricolores, e assim, vamos incentivar o Tigre para mais um vitória em casa. Os ingressos da promoção podem ser adquiridos, mediante apresentação da carteira de social, até sábado (20), na hora do jogo, na secretaria do clube, que funciona das 8h30 às 18h, nos dias de semana, sem fechar para o almoço e na sexta-feira (19) ficará aberta até as 20h.
Essa promoção será valida para a partida entre Criciúma x Marcilio Dias, sábado (20), às 16h no estádio Heriberto Hülse, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro da Série C.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Michelle Veiga)
Esporte: Começa a decisão da Copa do Brasil 2009

O projeto centenário do Coritnhians começa a ganhar corpo na noite desta quarta-feira. Às 21h50 o Timão entra em campo para assegurar, pelo caminho mais fácil, sua vaga na Libertadores no ano em que comemora 100 anos de história. Porém o Interncional, também comemorando seu centenário, mas um ano antes, quer o título da Copa do Brasil tanto quanto o clube Paulista.
A equipe de Mano Menezes, com excessão de André Santos (na Seleção Brasileira), contará com sua força máxima para a primeira partida da decisão. Jorge Henrique, Alessandro, Chicão e William foram poupados na última partida e voltam ao time no momento decisivo. Ronaldo (foto), a esperança alvinegra de bola na rede, promete mais uma vez ser decisivo, assim como fez a diferença na final do Campeonato Paulista. A expectativa é que o Fenômeno esteja em melhores condições nesta quarta-feira.
Já o Internacional terá que lidar com alguns desfalques na equipe. O time que entra em campo não chega a ser o misto, que tem sido utilizado na maioria dos jogos do Brasileiro. Mas o Colorado que será visto no Pacaembu nesta quarta-feira vai sem quatro titulares importantes: o atacante Nilmar, o lateral-esquerdo Kleber (ambos na Seleção), o lateral-direito Bolívar, suspenso, e o meia D’Alessandro, ainda em recuperação de uma tendinite na coxa esquerda.
Mais informações clique aqui!
Lancenet
Poema: Misericórdia a quem tem fé

Todos desejam a estrada colorida do arco-iris...
Dai força para não sufocar com a solidão...
Dai coragem para erguer a cada batalha perdida...
Perdão pelos maus erros, misericórdia a teus filhos que só querem um caminho... O de luz...
Fazei que cada passo errado, uma nova chance revigore minhas veias, e refresquem meu espírito...
Que cada lágrima, um sorriso possa derrotar...
Que cada amor perdido, um outro tome conta do coração...
Se de "batalhas que se vive a vida", todas possamos vencer...
E que desistir, jamais esteja no dicionário de nossa vida...
Força, fé e energias positivas!
Ótima semana, beijo no coração e um carinho especial pra minha amiga Fê Zampolli! Amiga, conta comigo! Sempre! Beijos....
Por,
Carol De Lucca
Poetisa e Colaboradora do Blog
MSN:caroldelluca@hotmail.com
Orkut: carolinaluca
terça-feira, 16 de junho de 2009
Mídia: Blog presente em festival de Comunicação da Unisul (Tubarão)

A Unisul promove nos dias 22 a 25 de junho, o 2º Plus – Festival Universitário de Comunicação, que acontecerá no Espaço Integrado de Artes da Unisul. Mais de 300 trabalhos foram inscritos e serão julgados através de 18 quesitos. O Blog Jovem e Atual estará presente na comissão julgadora com a jornalista Maíra Rabassa na categoria Jornalismo na Web e Paula Leitão na categoria Diagramação.
Mais informações sobre o evento clique aqui!
Por,
Bruna Soratto
Esporte: Crianças do bairro Boa Vista participam do projeto "Visitas ao HH"
Todos que desejam participar do “Visitas pelo Heriberto Hülse” terão que apresentar uma aposta da TIMEMANIA, assinalada com Criciúma Esporte Clube como time do coração e os não associados deverão ainda pagar uma taxa de R$ 5,00.
As portas do Heriberto Hülse estão abertas. O agendamento pode ser feito através do telefone 3437 3844, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30, e as visitas ocorrem nas terças, sextas e sábados, em horários pré determinados.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Michelle Veiga)
Inverno: Município de Içara lança campanha do agasalho 2009

A campanha de agasalho do município de Içara será lançada nesta quinta-feira, dia 18, às 14 horas, na Fundação Assistencial de Içara FAI – Pavilhão próximo ao Museu Casa do Agente Ferroviário, e vai contar com a parceria das escolas municipais, estaduais e particulares, além do apoio da Secretaria Regional em Criciúma.
De acordo com a Gestora de Assitencia Social do municipio, Silvana de Vasconcelos, ficou definido que as escolas terão participarão em forma de gincana para a arrecadação, enquanto à SDR auxilia no trabalho de solicitação de doações junto aos órgãos de governo que atendem no município.
“As escolas já cadastradas iniciaram a coleta de donativos e as pessoas tem participado. Contamos com o apoio e com a solidariedade de toda população nesta campanha”, ressaltou a presidente da FAI Ivonete Zanolli que ainda destacou que a campanha conta com postos de coleta nas escolas, nas repartições publicas, postos de saúde entre outros, “e também realizaremos uma ação na manhã de sábado, dia 20, a partir das 9 horas, na Praça Matriz quando estaremos recebendo as doações”.
Com o envolvimento de todas as Secretarias, passando pelas agentes de saúde que conhecem a realidade do município através das visitas domiciliares, a campanha vai buscar doações de agasalhos para atender as pessoas que necessitam. “O nosso índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é o mais baixo da Região Carbonífera e precisamos trabalhar em conjunto para atender aos mais necessitados”, lembrou a secretária de Assistência Social de Içara, Silvana Vasconcelos Cechinel.
Também destacando a parceria para melhorar a qualidade de vida das pessoas, a gerente de Ação Social da SDR Criciúma, Chantele de Lima, se colocou à disposição para buscar parceiros nas doações. “É sempre gratificante para nós e para quem doa conseguir sanar o frio do inverno e a SDR vai fazer o que for possível para auxiliar todos os municípios que precisam”, resumiu a gerente.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Alexandra Cavaler)
Esporte: Junior empata e Juvenil vence pelo Catarinense
Já na segunda partida desta terça-feira (16), o time Junior empatou, com o Metro em 2x2. Os Tigrinhos, do técnico Wilson Walterkemper, conseguiram um bom resultado já que tiveram os laterais Tharle e Igor expulsos. Durante todo o primeiro o Criciúma foi superior, mesmo tendo a baixa do atacante Maicon, que sentiu uma torção no joelho e foi substituído por Filipe, que marcou os dois gols do tricolor.
O Metropolitano aos 40 do primeiro e do segundo tempo chegou ao gol. Na segunda etapa os Tigrinhos ainda tiveram o desfalque do volante Diego Oliveira e do zagueiro Thiago Pagnussant que sofreram contusão. Mesmo com o empate o tricolor segue na ponta da competição com 14 pontos ganhos praticamente classificado para a segunda fase.
Agora os Tigrinhos vão disputar mais um clássico, desta vez contra o Figueirense, na próxima quarta-feira (24), no estádio do Inter de São Defende, em Criciúma. As partidas acontecem às 13h e às 15h.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Michelle Veiga)
Saúde: HSJosé sedia curso de Hotelaria Hospitalar
O Hospital São José sedia o curso de “Hotelaria Hospitalar” promovido pelo Sindicato dos Estabelecimentos Prestadores de Serviços de Saúde (Sinessul). A capacitação ocorre desde a segunda-feira (15/06), no auditório Doutor Gyrão. O palestrante é Marcelo Assad Boeger, mestre em Administração Hoteleira pela Universidade Ibero Americana (2002) e em Hospitalidade pela Faculdade Anhembi Morumbi (2007). O curso é destinado aos coordenadores dos departamentos: Apoio; Administração; Recursos Humanos; Enfermagem; Higienização; Hotelaria; Recepção de Clientes; etc. São cerca de 70 participantes, colaboradores das instituições de saúde de toda a região Sul.
Assessoria de Imprensa (Taize Pizoni)
Cultura: Sesc traz a Criciúma a peça teatral Amor Barato

Ficha técnica:
Espetáculo: Amor Barato (Cia Didois /Joinville-SC)
Elenco: Amarildo Cassiano e Sabrina Lermen
Quando: 18 de junho (quinta - feira)
Horário: 20 horas
Onde: Teatro Municipal Elias Angeloni
Endereço: Av. Santos Dumont, s/nBairro São Luiz - Paço Municipal
Classificação Etária: 16 anosDuração: 60 minutos
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Sexo: Bruce Willis saradão em ensaio sensual para W. Magazine




Política: Prefeitura de Içara vai resgatar festa do agricultor
Conforme sugestões levantadas no encontro, o resgate da Festa do Agricultor vai ser acrescido da participação dos apicultores através de eventos paralelos relacionados com o mel. Além disso, durante a festa vai ser escolhida a mais bela mulher agricultora e organizada uma série de atrações envolvendo as famílias que vivem no meio rural. “É uma maneira de valorizarmos a beleza da mulher do campo e todas as famílias responsáveis pelos produtos que chegam à nossa mesa”, declarou o secretário de Agricultura de Içara, Silvio Vianna.
A partir de agora todas as sugestões serão aprofundadas através de comissões que vão organizar a festa, mas a definição é de que a Festa do Agricultor de Içara em 2009 tem como objetivo a integração das famílias agricultoras com a população de Içara e toda Região Carbonífera.
Fonte:
Assessoria de Impresa (Alexandra Cavaler)
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Cultura: Artista plástica expõe no Hospital São José
Marlei conta que sempre rabiscou, desenhou e demonstrou aptidão às artes, em especial as artesanais. Há cinco anos, frequentou o curso do Núcleo de Estudos para a Paz (NEP) de desenho e pintura. As aulas foram a base para seu trabalho, onde aprendeu a técnica. A inspiração ela encontra no amor pela pintura. “Vejo as coisas mais bonitas do que são ao contemplar a natureza. Tenho muito que aprender ainda, mas o pouco que sei é por amor”, conceituou.
A artista passeia por diversos temas do figurativo. O sacro, porém, é o seu preferido. Suas telas são pintadas sob a luz do dia, com bastante claridade. Na janela do quarto ou na área da casa, o silêncio interior é o companheiro nas pinceladas. “Minha cabeça precisa estar tranqüila. Se estou triste, nem adianta sentar, porque não consigo fazer nada”, explicou. Cada uma de suas obras é única. “As cores são fascinantes e as telas são as misturas delas”, descreveu Marlei.
Fonte:
Assessoria de Imprensa (Taize Pizoni)